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“Uma filosofia de libertação ou independência que, longe de negar o significado libertador que a filosofia tinha para o mundo ocidental, o amplia e universaliza (…). A realidade da dependência foi assumida no continente latino-americano por um vasto grupo de intelectuais que tentou e está tentando dar uma resposta filosófica, justamente como uma filosofia de libertação (…). A libertação que essa filosofia propõe com seu discurso visa ser uma forma concreta de unir a práxis social e nacional libertadora. O ponto de partida que dá força e conteúdo a esse impulso é o da consciência oprimida em um mundo periférico que, por essa mesma razão, como uma alteridade descartada da história universal, pode propor categorias verdadeiramente ecumênicas e integradoras.”